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Blog do Dunossauro

Estimando o custo total de desenvolvimento de uma distribuicao linux

Esse artigo é uma livre tradução de: https://www.linuxfoundation.org/events/2008/10/estimating-the-total-cost-of-a-linux-distribution/

Autores: Amanda McPherson, Brian Proffitt, and Ron Hale-Evans

O sistema operacional Linux é o projeto de código aberto mais bem-sucedido da história, mas o quanto vale o software em uma distribuição Linux? Em 2002, David A. Wheeler publicou um estudo bem conceituado que examinou as linhas de software de código presentes em uma distribuição típica do Linux. Suas descobertas? O custo total de desenvolvimento representado em uma distribuição típica do Linux foi de US $ 1,2 bilhão. Usamos suas ferramentas e métodos para atualizar essas descobertas. Usando as mesmas ferramentas, estimamos que seriam necessários aproximadamente US $ 10,8 bilhões para construir a distribuição do Fedora 9 em dólares atuais, com os custos atuais de desenvolvimento de software. Além disso, seriam necessários US $ 1,4 bilhão para desenvolver o kernel Linux sozinho. Este artigo descreve nossa técnica e destaca os custos mais recentes do desenvolvimento do Linux.

Precisamos falar sobre a Live de python

Em maio desse ano, a live vai fazer 2 anos e o tempo que passou não me fez parar de acreditar que esse projeto é “tosco”. Não veja isso como um adjetivo ruim, o objetivo desse texto é explorar o “tosco”.

Já contei essa história milhares de vezes, mas isso nunca vai deixar de ser verdade. A live nasceu em um dia qualquer, uma quarta-feira, como uma ideia de “codar” online e me distrair da “mundana vida capitalista”. O objetivo era esse, aliviar o estresse fazendo a coisa que mais gosto de fazer: Programar. Dois anos se passaram e vejo que toda a metamorfose que rola na minha cabeça sobre os ideais que me motivam a continuar investindo todos meus domingos nesse projeto. Esse, “codar”, talvez seja o único que tenha se mantido intacto, embora ele não seja nem de longe tão “glamouroso” quanto “os ideais do software livre”, a “democratização do conhecimento”, “tentar atingir quem talvez não tenha ‘estrutura’ para chegar nesse conteúdo”, “fazer conteúdo em português”, etc.., etc…, etc…

Teu trampo não te define

Escrevo isso enquanto fumo mais do que devia e um horário em já deveria estar na cama. Mas eu simplesmente não consigo parar de pensar nisso. Sim, não vou corrigir gramática aqui.

Hoje eu estava ouvindo o primeiro ep. do podcast do @renzopro onde ele fez uma pergunta extremamente simples

O que você quer fazer?

Ao efeito disso, me tentei me colocar em algumas posições. A pergunta é simples e curta, mas ela é carregada de um sentimento introspectivo da parte de quem escuta. A pergunta pode parecer extremamente simples de ser respondida. MAAASSS, vamos parar por um minuto. Onde você está exatamente agora? Você está realmente feliz? O que você faz te satisfaz?

O incentivo faz toda diferença

Essa semana eu tive uma série de conversas difíceis, das quais só tomando banho agora tive uma impressão de que todas elas foram as mesmas, só que vistas de ângulos diferentes. Mas a última teve uma frase espacial que, confesso, me fez chorar um pouco antes de dormir.

Como todo o “bum” dessa história vem dessa frase, vamos contextualizar. Eu estava conversando com a minha @ e contando um pouco de uma das piores fases da minha vida e ela disse:

Manual para pessimistas convictos

Hoje me deparei com um pedido de ajuda de uma amiga “Acordei triste, me animem aí” e me fez pensar em todas as vezes que me senti triste nesses últimos tempos. Quem é mais próximo de mim sabe que não andei muito legal esses meses que se passaram, mas o foco aqui não é falar sobre a tristeza que não sinto pra chamar de “profundo”. Talvez seja um “Manual para pessimistas convictos”. Tá aí, um bom título pra esse texto. (embora não seja nada original)

Python, 42 e vida adulta

Sério, você não precisa ler esse texto. Ele foi feito em maneira de desabafo sobre coisas que venho guardando a um certo tempo, meio que entaladas na minha garganta.

Bom… Não diga que não avisei depois.

faz um pouco mais de 5 anos que a minha faculdade entrou em greve e me sentei ao lado do grande mestre Luciano Ramalho quando ele me explicou algumas poucas, mas importantes, linhas de código no garoa hacker clube. A galera estava reunida pra escrever o Pingo. Confesso que eu já tinha tentado escrever algumas linhas de Python em casa, mas você sabe como são as pessoas. “Python? Você deveria estar aprendendo Java. Isso sim vai te dar um emprego”