Esse texto é um desabafo bastante pessoal, fala sobre assuntos muito sensíveis como violência sexual, saúde mental e suicídio. Sei que ele pode ser um gatilho para quem estiver lendo. Talvez nesse momento você não queira continuar e está tudo bem.
É engraçado pensar, às vezes é. A vida vai acontecendo, o tempo vai passando… Os cortes vão ficando para trás, criando um delta cada vez maior dos eventos traumáticos. E isso não vem acompanhado de um impulso de otimismo, menos ainda de uma fé no futuro. É uma coisa hautonlógica1, como aquele apud em dentes amarelos2 de aprender a ser quem se é. Uma coisa talvez nietzschiana “Ecce homo”3 do “Bom… é o que tem pra hoje, sigamos”.

