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Preâmbulo
Nesses últimos tempos, tenho pensado bastante sobre as “capacidades” que considero importantes em uma pessoa que desenvolve software. Sem nenhuma razão específica, acredito eu. Na verdade, essa pulga apareceu na minha cabeça após ter lido o texto incrível da Iris Meredith intitulado “Becoming an AI-proof software engineer”, ou, em bom português, “Tornando-se um engenheiro de software à prova de IA”. Embora o foco principal da postagem seja falar sobre a insanidade do mercado a respeito de papagaios estocásticos, meus pensamentos convergem com o texto da Iris, mas não são relacionados com LLMs. Eles giram em torno da questão que mais ouvi nessa vida ensinando programação: “aprendi a programar e agora?”

