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Blog do Dunossauro

Tag: Vida

Entre o sagrado e o profano!

Dei uma sumida, eu sei… Esse mês foi foda. Em diversos aspectos. Escrever esse texto é uma forma de tentar organizar os meus pensamentos da forma mais aberta possível…

Estamos há um mês sem Lives de Python, ao mesmo tempo em que essa semana fez um mês que voltei a trabalhar formalmente. Essas coisas estão relacionadas? Obviamente sim, mas não da forma em que parece mais evidente.

# O balde furado

Qualquer pessoa que se envolva com algo relacionado a “““educação”””, sabe que esse é um assunto delicado. E esperar qualquer tipo de retorno financeiro sobre isso não é uma coisa sã. Claro, você pode esperar… Mas quando você alinha isso à ética, só se você for um professor universitário com anos de estrada. Caso contrário… tá… você entendeu… Não estou dizendo que não existem pessoas éticas vendendo conteúdo, elas existem. Mas… na grande parte do tempo, você sabe…

Curso de FastAPI, post-mortem: como foi a minha experiência criando material financiado coletivamente

Faz uns poucos meses que o curso de FastAPI acabou. Meu objetivo com esse texto é repensar um pouco sobre tudo que aconteceu. Os pontos positivos, negativos, os aprendizados e claro… sobre a dor que foi passar por um período de 3 anos de cobranças internas excessivas.

Um frame da animação de abertura dos vídeos que nunca foram lançados

O resultado foi muito positivo, o curso foi um sucesso, o material virou meu xodó e motivo de orgulho. Mas… foram tempos sombrios!

Lembranças preciosas

Há alguns dias, estava conversando com as pessoas em uma live na Twitch do tempo que fui voluntário em um projeto que ensinava informática básica para a terceira idade e o quanto isso me marcou de diversas formas, o que pode ser assunto para outro blog post. Mas, quando saí da live, isso me despertou uma lembrança da minha avó paterna.

Morei uma temporada da vida com meus avós, onde adquiri diversos hábitos que conservo até hoje. Às vezes me pego pensando nessas coisas e me emociono, outras vezes caio em gargalhadas.

Descentralização de consumo na internet

[Esse post é o lado inverso deste]

Eu tentei ser o menos sarcástico que consegui nessa postagem. Mas, o estado atual da internet me emputesse e eu perco o controle…

Me sinto cada vez mais fatigado da internet, sei que não sou só eu que me sinto assim, então acredito que precisamos conversar…

Grande parte do nosso consumo na rede vem por meio de algorítimos… Você pode até pensar que esse é um papo da “nossa década”, mas, na verdade, esse problema é um pouco maior e mais complicado do que isso. O consumo algoritmo está na raiz de tudo que consumimos!

Golden Slumbers

Sentimentos complexos saem de mim em toneladas de referências, muitas vezes, incapazes de acompanhar.

É e cá estamos nós…

Esse momento me lembra muito o “velho safado”:

arranje uma grande máquina de escrever e assim como os passos que sobem e descem do lado de fora de sua janela

bata na máquina bata forte

faça disso um combate de pesos pesados

Uma das poucas coisas realmente importantes que aprendi com a terapia foi tentar lidar de forma ativa com as coisas que me incomodam e não deixar escondidas no peito. Fazia tempo que nada me doía tanto e eu não sei como escrever sobre esse assunto.

Olá mundo!

Há muito tempo quero migrar meus posts do Medium para algum lugar. Tenho me recusado a escrever, pois não queria que as coisas fossem para lá. Mas, todas as outras vezes que me via no momento onde “olha, vou escrever um post hoje”. Eu lembrava que não havia feito alguma coisa. Que coisa era essa? Subir um blog. Inúmeras vezes comecei alguma configuração no pelican, mas me dava preguiça de terminar um tema personalizado, outras inúmeras me peguei escrevendo minha própria engine de blogs. Sem sucesso, claro. Decidi hoje que era hora de parar de encolar. Acabei subindo a configuração padrão do hugo para o netlify e começaremos por aqui!

Eu Piro Quando Voce Passa

Em meados de 2011 eu fazia escola técnica na Etec e lembro de escutar essa música do Pablo Dominguez todos os dias no mesmo horário enquanto estava no ônibus.

Uma das coisas que mais demorei para me acostumar quando mudei para o interior de São Paulo foi o rádio. Sim, eu ouvia muito Nova Brasil FM. Um costume um pouco incomum que acabei adquirindo com a minha mãe. Sempre fui do Hard Core e ouvia muito punk rock também, mas toda vez que eu buscava um pouco de paz eu ligava na nova brasil. Inclusive, estou fazendo isso agora.

meus sinceros pedidos de perdão

Eu não sou homem pra você. Talvez esse texto todo só precise de uma frase. Mas, talvez, eu precise ser bem mais prolixo, é de praxe, você sabe. Eu falo muito, não tem como você fingir que não sabe.

Não sei por que essas coisas acontecem comigo. Eu tenho um sentimento estúpido reprimido que me faz querer fugir das coisas. Meu histórico de relacionamentos é bem grande e maior do que esse tamanho, talvez seja a frustração que carrego deles junto comigo e vai chegando uma hora em que a gente tem que se olhar no espelho e parar com o “não deu certo” ou talvez o clássico “a gente era bem diferente”. Eu sou um boçal mesmo, mas meu terapeuta vai dizer que isso é uma construção do meu ego em relação ao quadro que me foi apresentado durante a infância. Maldito seja Freud. Talvez o fato de reconhecer tudo isso já seja um grande passo. Mas isso me dá a impressão de que a história não é tão “platônica” assim. Não existe um “ideal”, o cume da honestidade consigo. Eu tenho um certo tipo de inveja dessas pessoas que se conhecem, que se “controlam”. Eu nunca aprendi a ser assim. Na verdade, até um tempo atrás eu não sabia que existiam pessoas assim. Com objetivos, com honestidade em relação aos seus próprios pensamentos e sentimentos. Isso é um pouco novo pra mim. Geralmente, a gente “empurra com a barriga” e vai seguindo para ver o que acontece. Talvez meu terapeuta esteja mesmo certo. Até alguns poucos anos atrás, eu não tinha um emprego “de verdade” e nenhuma perspectiva de “futuro”. Na verdade, eu nunca me importei com isso. Seria meio clichê jovem dizer “não chego aos 30”? Já pensei bastante isso. Na real, eu nunca esperei muita coisa de nada. Nós que crescemos na periferia, em grande parte, compartilhamos um sentimento meio negativista da vida e também não é para menos. Quem de nós vai chegar em algum lugar? Vou me planejar para ter uma vida regada a trabalho braçal e mal remunerado? Não dá pra esperar nada, vai ser uma “bosta” de qualquer jeito.

Precisamos falar sobre a Live de python

Em maio desse ano, a live vai fazer 2 anos e o tempo que passou não me fez parar de acreditar que esse projeto é “tosco”. Não veja isso como um adjetivo ruim, o objetivo desse texto é explorar o “tosco”.

Já contei essa história milhares de vezes, mas isso nunca vai deixar de ser verdade. A live nasceu em um dia qualquer, uma quarta-feira, como uma ideia de “codar” online e me distrair da “mundana vida capitalista”. O objetivo era esse, aliviar o estresse fazendo a coisa que mais gosto de fazer: Programar. Dois anos se passaram e vejo que toda a metamorfose que rola na minha cabeça sobre os ideais que me motivam a continuar investindo todos meus domingos nesse projeto. Esse, “codar”, talvez seja o único que tenha se mantido intacto, embora ele não seja nem de longe tão “glamouroso” quanto “os ideais do software livre”, a “democratização do conhecimento”, “tentar atingir quem talvez não tenha ‘estrutura’ para chegar nesse conteúdo”, “fazer conteúdo em português”, etc.., etc…, etc…

Teu trampo não te define

Escrevo isso enquanto fumo mais do que devia e um horário em já deveria estar na cama. Mas eu simplesmente não consigo parar de pensar nisso. Sim, não vou corrigir gramática aqui.

Hoje eu estava ouvindo o primeiro ep. do podcast do @renzopro onde ele fez uma pergunta extremamente simples

O que você quer fazer?

Ao efeito disso, me tentei me colocar em algumas posições. A pergunta é simples e curta, mas ela é carregada de um sentimento introspectivo da parte de quem escuta. A pergunta pode parecer extremamente simples de ser respondida. MAAASSS, vamos parar por um minuto. Onde você está exatamente agora? Você está realmente feliz? O que você faz te satisfaz?